Consuma suplementos de óleo de peixe
O óleo de peixe é rico em ômega-3, ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido docosahexaenoico (DHA).
Essas gorduras são importantes para a saúde e demonstraram diminuir o risco de doenças cardíacas, reduzir a inflamação, aliviar o estresse e a ansiedade e diminuir o declínio mental.
Muitos estudos mostraram que consumir suplementos de peixe e óleo de peixe pode melhorar a memória, especialmente em pessoas mais velhas.
Uma revisão recente de 28 estudos mostrou que, quando adultos com sintomas leves de perda de memória tomaram suplementos ricos em DHA e EPA, como óleo de peixe, logo tiveram melhora de rendimento da memória episódica. Tanto o DHA quanto o EPA são vitais para a saúde e o funcionamento do cérebro e também ajudam a reduzir a inflamação no corpo, que tem sido associada ao declínio c4. Mantenha um peso saudável
Manter um peso saudável é essencial para o bem-estar e também uma das melhores maneiras de manter seu corpo e sua mente em ótimas condições.
Vários estudos têm apontado a obesidade como um fator de risco para a deterioração cognitiva e, curiosamente, a obesidade pode causar alterações nos genes associados à memória no cérebro, afetando negativamente a memória.
A obesidade também pode levar à resistência à insulina e inflamação, o que pode ter um impacto negativo no cérebro.
Um estudo com 50 pessoas com idades entre 18 e 35 anos descobriu que um índice de massa corporal mais alto estava associado a um desempenho significativamente pior em testes de memória. A obesidade também está associada a um risco aumentado de desenvolver a doença de Alzheimer, uma doença progressiva que destrói a memória e a função cognitiva.
Durma o suficiente
A falta de sono adequado tem sido associada à falta de memória há algum tempo. O sono desempenha um papel importante na consolidação da memória, pois é durante ele que as memórias de curto prazo são reforçadas tornando-se memórias duradouras. Portanto, dormir pouco afeta negativamente a sua memória.
Pesquisas apontaram que as enfermeiras que trabalhavam no turno da noite cometiam mais erros matemáticos e que 68% delas obtiveram as menores pontuações em testes de memória em comparação com as enfermeiras que trabalharam no turno do dia.
Especialistas em saúde recomendam que os adultos tenham entre sete e nove horas de sono por noite para uma saúde ideal.
Beba menos álcool
Consumir muitas bebidas alcoólicas pode ser prejudicial à sua saúde de várias maneiras e pode afetar negativamente sua memória.
O consumo excessivo de bebidas alcoólicas é um padrão de consumo que aumenta os níveis de álcool no sangue para 0,08 gramas por ml ou mais. Estudos mostraram que isso altera o cérebro e resulta em déficits de memória.
Um estudo de 155 calouros descobriu que os estudantes que consumiram seis ou mais bebidas em um curto período de tempo, quer semanais ou mensais, tiveram dificuldades em testes de recuperação de memória imediata e tardia em comparação com estudantes que não bebiam tanto.
O álcool exibe efeitos neurotóxicos no cérebro. Episódios repetidos de embriaguez podem danificar o hipocampo, uma parte do cérebro que desempenha um papel vital na memória. Enquanto tomar uma bebida ou duas de vez em quando é perfeitamente saudável, evitar o consumo excessivo de álcool é uma maneira inteligente de proteger sua memória.
Tome seu tempo para meditar
Meditar pode afetar positivamente sua saúde de várias maneiras. É calmante e relaxante, sendo considerado um instrumento para reduzir o estresse, a dor, a pressão arterial e até mesmo melhorar a memória e, de fato, a meditação se mostrou capaz de aumentar a massa cinzenta no cérebro. A matéria cinzenta contém corpos celulares neuronais.
Conforme você envelhece, a matéria cinzenta diminui, o que afeta negativamente a memória e cognição. Estudos mostram que as técnicas de meditação e relaxamento podem melhorar a memória de curto prazo em pessoas de todas as idades, desde pessoas com 20 anos até as de 40 anos.
Por exemplo, um estudo mostrou que estudantes universitários taiwaneses que praticavam meditação, como mindfulness, tinham uma memória significativamente melhor do que estudantes que não praticavam meditação.
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